Sexta de manhã enquanto estava indo pra faculdade, tocou "Fátima" do Capital Inicial na radio. Aí, como o cérebro é o orgão mais fidaputa que existe, eu lembrei que quando conheci o Rafael Molina Martinez, ele estava tirando essa música na guitarra.
Foi dia 27 de janeiro de 2007. (:
NUN-CA vou me esquecer daquela noite, daquele show.
Sinceramente, fico triste por ter tido esse "final". Queria muito ter a oportunidade de dizer "te amo" de novo. E de dar um abraço beem apertado naquele magrelo que tremia muito quando me via. Que saudade de sentir alguém colocar a mão no meu ombro, virar pra trás e estar ele lá, tremendo e colocando minha mão sobre seu peito só pra me fazer entender que o coração dele disparava cada vez que nos olhávamos.
Sabe, eu tentei vê-lo apenas como amigo, mas não dá. Não digo que sou apaixonada por ele, mas existe algo simplesmente maior por trás de tudo isso. Algo inexplicável.
Eu queria, de qualquer forma, manter contato. Mas é óbvio que é mais saudável simplesmente abstrair. Se um dia tiver que ser, será. O destino já nos provou isso.
Por outro lado, fico tranquila por nunca mais ter sentido que ele precisou de ajuda, que nunca mais tenha sentido aquela angustia que me deixava sem ar. Ou ele está feliz (espero que sim) ou nossa conexão foi quebrada.
Anyway, tenho que seguir minha vida, doendo ou não.
"Só eu sei o quanto é difícil aceitar. Eu já tentei mas não consigo acreditar que tudo um dia tem um fim. E que o que acaba vai viver pra sempre em mim!
Eu sei, um dia após o outro e eu fico bem mesmo sem ter motivo.
E eu pensei o modo de poder voltar em ti e te dizer o que eu nunca fui capaz...
Que eu vivo e morro por você e sua falta vai viver pra sempre em mim!
Nada vai ser igual, como a gente quer. O impossível vai ser sempre a minha opção. Minha melhor invenção é acreditar que você vai estar pra sempre aqui!(mesmo que eu saiba que não)"
é isso, sem mais.
bjz, edi.