segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Você me faz bem.

Nome doce. Como sua voz, seu carinho, seu beijo.
Como você consegue despertar algo tão leve e confortável em mim?
Eu consigo me lembrar de cada detalhe de cada momento bom o teu lado. Do frio na barriga que eu senti em nosso primeiro encontro ao atravessar a R. Xavier de Toledo e te ver no outro lado da rua ao lado da banca de jornais, das doces palavras que antecederam nosso primeiro beijo, da camiseta que você usou no nosso segundo encontro, das chuvas que tomamos e de como você me confortou quando perdi meu avô.
Me lembro de como você sempre esteve ao meu lado, independente da hora que fosse.
Eu sinto como se nunca tivessemos estado longe um do outro. E no fundo, nunca estivemos. Simplesmente não consegui ficar longe de você. Você me faz bem. Me traz calma, esperança e vontade de continuar a lutar.
Você nunca me deixa cair.
Amo o jeito como você me olha, como você me abraça e principalmente quando eu lhe peço para não vir a minha casa porque estou triste e você diz "Não vou te deixar sozinha de jeito nenhum" e, ignorando meu pedido, vem.
Amo cada segundo o seu lado. Bebedeiras, brincadeiras, confidencias, companheirismo, compreensão, conselhos.
Amo quando sonhamos com o futuro sabendo que ele está lá, sem pressão, sem querer adiantar a história. É tão bom quando sinto que você me ajuda porque simplesmente quer me ajudar e isso te faz bem. Isso é terapia, você sabia? As aulas de Saúde Mental resultaram em algo, afinal.
Amo (muito) quando você se mostra inseguro. Porquê? Porque é aí que eu vejo o quanto você é humano, como eu. E isso me conforta cada vez mais.

Eu sinto tanta sinceridade em seus gestos para comigo que fico encantada. Você me encacanta, Cabeludo.

Você me faz bem. Já falei isso? Ah, é sempre bom reforçar.

E "que seja eterno enquando dure".

Nenhum comentário: